-- SUCESSO --
O sucesso repetido do Charolês das Tunas tem levado os criadores de gado aacreditar na genética e na sua rentabilidade comprovada.
-- A CLASSIFICAÇÃO --
O Charolês das Tunas e seu sucesso foi forjado pelo seu crescimento, performance e capacidade para satisfazer os diversos critérios de classificação de peso no mercado.
-- CARCAÇAS DE QUALIDADE --
O Charolês das Tunas tem produzido sistematicamente carcaças de melhor qualidade, a preço reduzido.

NOTÍCIAS


[30/08/2010]

MT: greve na justiça deve adiar acordos com o Frialto


O Grupo Frialto protocolou no dia 29 de julho na 2ª Vara da Comarca de Sinop (MT) seu Plano de Recuperação Judicial (PRJ) e se o prazo fosse cumprido, os credores teriam 30 dias para analisar e fazer objeções às propostas apresentadas, que deveriam ser entregues por escrito e protocoladas na Comarca de Sinop, até o próximo dia 30 de agosto. Depois disso, o juiz teria mais 150 dias para marcar a Assembleia Geral de Credores, que deveria acontecer até o final de 2010. Mas a greve da Justiça mato grossense irá forçar o adiamento desses prazos e atrasar possíveis acordos com credores.

"Todo esse tramite processual está sem nenhum efeito jurídico, pois a Justiça Estadual de Mato Grosso está parada há mais de três meses, sem previsão de volta", analisa o assessor jurídico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Armando Biancardini Candia. Para ele, mesmo que os servidores do judiciário retornem ao trabalho, fica difícil fazer uma previsão de convocação de Assembleia Geral dos Credores para este ano. "Assim que a justiça voltar a funcionar o tramite começa do zero e todos os prazos começam a ser contados a partir daquele momento. São necessários no mínimo 180 dias para o juiz analisar e definir datas processuais. Tudo indica que só em 2011 será possível resolver a questão do Processo de Recuperação Judicial do Frialto".

A dívida do Frialto composto pelas sociedades Vale Grande Indústria e Comércio de Alimentos S.A., Agropecuária Ponto Alto LTDA. e Urupuá Indústria e Comércio de Alimentos LTDA é de R$ 564 milhões, sendo R$ 453 milhões com instituições financeiras, R$ 97 milhões com os pecuaristas, R$ 6 milhões trabalhista e R$ 8 milhões de frete.

O Frialto apresenta dois cenários para o pagamento dos fornecedores estratégicos, onde estão os pecuaristas.

Na primeira hipótese a empresa retoma suas atividades sem novos financiamentos. Neste cenário a proposta é de que após a homologação do Plano na Assembleia Geral dos Credores cada Credor Estratégico cujo crédito não seja superior a R$ 25.000,00 será pago integralmente 5 dias depois; aos demais credores, 10% do saldo devedor a cada credor 35 dias depois; 50% do saldo devedor seriam pagos em 11 parcelas mensais; e o saldo restante (40%) pago em 12 parcelas mensais, somando 2 anos para quitar o débito.

Na segunda hipótese, o frigorifico prevê a continuidade das operações com financiamentos no valor de R$ 50.000.000,00. Nesse caso, após a homologação do Plano na AGC, cada Credor Estratégico cujo crédito não seja superior a R$ 25.000,00 será pago integralmente5 dias depois; aos demais credores pagamento de 10% do saldo devedor 35 dias após o pagamento previsto aos que receberam integralmente; 10 dias após o desembolso do valor do financiamento, pagamento de 50% do saldo devedor; e o saldo restante pago em 11 parcelas mensais.

As informações são da Acrimat, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[25/08/2010]

EUA: produção de carne bovina caiu 2% em julho


A produção comercial de carnes vermelhas dos Estados Unidos totalizou 1,796 milhão de toneladas em julho, 4% a menos que os 1,869 milhão de toneladas produzidas em julho de 2009, de acordo com o relatório mensal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Livestock Slaughter.

A produção de carne bovina, de 1,012 milhão de toneladas, foi 2% menor que no mesmo mês do ano anterior. Os abates de bovinos totalizaram 2,9 milhões de cabeças, 1% a menos que em julho de 2009. O peso vivo médio caiu em 4,08 quilos com relação ao ano anterior, para 577,42 quilos.

A produção de carne de vitelo totalizou 4,94 mil toneladas, 1% a mais que em julho do ano anterior. Os abates de bezerros totalizaram 75.100 cabeças, 6% a menos que em julho de 2009. O peso vivo médio aumentou em 9,52 quilos com relação ao ano anterior, para 113,85 quilos.

De janeiro a julho de 2010, a produção comercial de carnes vermelhas foi de 12,61 milhões de toneladas, 2% a menos que em 2009. A produção acumulada de carne bovina caiu em 1% com relação ao ano anterior e a de carne de vitelo caiu em 2%.

Os dados são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), traduzidos e adaptados pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[17/08/2010]

Japão: consumo de carne bovina recua 5% em junho


O clima quente e as incertezas na economia continuam reduzindo o consumo de carne bovina no Japão, com os volumes consumidos em junho declinando em 5% com relação ao ano anterior, para 67.601 toneladas (equivalente sem osso, dados de oferta e demanda da Corporação de Indústrias Agrícolas e Pecuárias do Japão).

As vendas de carnes em supermercados foram, de forma, geral, baixas em junho, à medida que a quantidade de chuvas maior do que a média e as temperaturas afetaram o mercado, desestimulando os consumidores a grelhar, fritar ou cozinhar em casa.

As vendas de alimentos prontos se mantiveram firmes, de acordo com a Associação de Redes de Lojas do Japão, mas a carne bovina raramente é usada nessas refeições prontas devido principalmente aos custos relativamente altos.

O setor de foodservice também resistiu às condições desfavoráveis, com os negócios de fast food estilo japonês (principalmente restaurantes de gyudon) aumentando os números de clientes (aumento de 3% com relação ao ano anterior), mas tendo redução nas vendas totais (queda de 4%), à medida que as principais marcas de gyudon entraram em uma competição por baixos preços.

Subsequentemente, tanto o consumo de carne bovina importada como de carne doméstica caíram em 5% com relação ao ano anterior, para 40.344 toneladas, e em 7%, para 27.257 toneladas, respectivamente. Os estoques de carne bovina importada no final de junho aumentaram em 2% com relação ao ano anterior, para 67.593 toneladas, o maior desde dezembro de 2009.

Nesse meio-tempo, a economia japonesa continuou mandando sinais mistos. O Banco do Japão revisou a previsão de Produto Interno Bruto (PIB) de 1,8% para 2,6% para o atual ano financeiro, comentando sobre as exportações e produção maiores do que o esperado. Além disso, o desemprego em junho aumentou em 0,1% com relação ao mês anterior, para 5,3%, indicando uma atitude cautelosa dos negócios com relação à recuperação econômica.

A reportagem é do Meat and Livestock Australia (MLA), traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[12/08/2010]

Uruguai: consumo de carne bovina segue em alta


O consumo de carne bovina no mercado interno do Uruguai continua crescendo, apesar do aumento dos preços. Assim confirmou o chefe do Controlador Comercial do Departamento de Mercado Interno, dependente do Instituto Nacional de Carnes do Uruguai (INAC), Gabriel Costa.

O INAC está realizando um projeto de auditorias em todos os açougues de Montevidéu para verificar as condições de inocuidade alimentar de toda a cadeia de comercialização de carne ao público. A auditoria vem sendo desenvolvida desde julho e finalizará em novembro, devendo enviar aos açougues um questionário com perguntas específicas vinculadas à operação de vendas e inocuidade do produto.

"A pesquisa permitirá quantificar realidades e detectar os problemas maiores. Quando se faz um auditoria, se tem uma melhor visão de quais serão os problemas e como atacá-los".

Quanto ao aumento do consumo de carne bovina, ele disse que "continua crescendo" e destacou que existe uma alta importante no consumo de carne suína.

Por outro lado, o INAC continua com a inspeção da carne moída vendida nas grandes lojas e açougues, utilizando os medidores eletrônicos incorporados do Reino Unido. Nesse sentido, Costa disse que o INAC baixou a margem de tolerância e que os açougues cumprem com a norma vigente. "As infrações não aumentaram, continuam sendo poucas e, nos últimos meses, foram detectados dois ou três casos". Por outro lado, o consumidor exige cada vez mais qualidade.

A reportagem é do El País Digital, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[04/08/2010]

Governo estuda campanha em favor da carne brasileira


O governo federal prepara uma campanha em favor da carne brasileira, depois de constatar que os vídeos divulgados pelo Ministério Público Federal (MPF) sobre a campanha "Carne Legal", estão sendo utilizados como instrumento protecionista pelos governos europeus, durante as negociações com autoridades comerciais brasileiras.

Lançada com o objetivo oficial de conscientizar a população sobre o consumo de produtos de origem bovina, a campanha é polêmica e foi questionada judicialmente pelos produtores, através da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

As imagens vinculam a carne nacional a fazendas ilegais, desmatamento, trabalho escravo e lavagem de dinheiro e, na avaliação dos ministérios do Desenvolvimento e Comércio, e da Agricultura, prestaram um desserviço ao comércio do país.

A menção aos vídeos ocorre no contexto do esforço do governo brasileiro de recuperar os índices de exportação para o mercado europeu, que despencaram, em 2009, em 85%. Embora mantenha a liderança mundial na exportação de carne, o País quer resgatar o cenário anterior à crise internacional que agravou o sentimento protecionista.

Os três vídeos que compõem a peça publicitária têm 30 segundos cada, com versões para rádio, que custaram R$ 208 mil, segundo o site Contas Abertas. Eles foram elaborados pela Fundação Padre Anchieta, que mantém contrato com o Ministério Público Federal para prestação de serviços audiovisuais para veiculação na TV Justiça.

Há ainda um documentário de 30 minutos, no valor de R$ 114 mil, também da Fundação Padre Anchieta, mais 200 mil folhetos explicativos para o consumidor, no valor de R$ 24 mil, e mil adesivos, no valor de R$ 2,2 mil. O total da campanha é de R$ 349.725,20, que a CNA pede na Justiça seja devolvido pelos procuradores responsáveis.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[20/07/2010]

Campeões Perth Bull Sales 2010 - Escócia.





[19/07/2010]

ExpoLages 2010 - Um Leilão Show de Touros Rústicos .

VOCÊ É NOSSO CONVIDADO A NOS VISITAR NA EXPOLAGES!
HOJE, A MAIOR REPRESENTAÇÃO DA RAÇA CHAROLÊS (EXPOSIÇÃO).

APROXIMADAMENTE 130 ANIMAIS, UM LEILÃO QUE VAI DAR O QUE FALAR!
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FONE: (49) 3227-0646
FALAR COM ROSE.



[14/07/2010]

Charolês do Contestado promoveu seu leilão com sucesso.

Charolês do Contestado promoveu seu Leilão com absoluto sucesso.
Por vários anos as Cabanhas: Plagliosa e Sta Lucia promovem este evento: O Leilão do Contestado. Em 2010 a raça Charolês confirmou um novo entusiasmo; pista limpa, média nos touros de R$ 5.800,00, nas fêmeas entre R$ 4.600,00 e R$ 5.000,00.
A Cabanha das Tunas parabeniza os criadores Marcos Gonzatto e Kiko Pagliosa!




[05/07/2010]

EUA: alta de preços pode reduzir exportações


A demanda por carne bovina dos Estados Unidos está aumentando nos mercados externos, mas a reduzida oferta está forçando uma alta nos preços. Esse é um dos desafios que os exportadores norte-americanos enfrentam quando tentam vender produtos no mercado externo, disse o vice-presidente da Federação de Exportações de Carnes dos EUA (U.S. Meat Export Federation - USMEF) para a região da Ásia-Pacífico, Joel Haggard, em um seminário via internet organizado pelo Cattlemen's Beef Board.

"O fato de nosso rebanho estar reduzindo em um período de [crescente] demanda, especialmente na Ásia, é um pouco infeliz. Quando estamos falando sobre escassez, estamos falando sobre altos preços e, então, torna-se uma questão de quando as pessoas começam a se afastar do mercado porque os preços aumentaram muito".

A Coreia do Sul tem sido o mercado de maior crescimento para a carne bovina dos Estados Unidos, particularmente devido à demanda do país por short ribs. Haggard disse que os consumidores nesse país até agora não mostraram sensibilidade aos preços, mas a US$ 8,8 o quilo desse corte, o preço está atingindo níveis recordes. Os consumidores nas Filipinas já estão mais sensíveis aos aumentos de preços, disse ele.

A economista da USMEF, Erin Daley, disse que a falta de short ribs é esperada. De fato, cálculos brutos mostram que os Estados Unidos estão exportando "uma boa parte se não toda sua produção de short rib", disse ela. Ela disse que a USMEF está "trabalhando duro" para desenvolver cortes alternativos que podem se adequar aos gostos dos coreanos.

Apesar do crescimento nas exportações de carne bovina na Coreia do Sul e em outros mercados asiáticos, Haggard citou o impacto relacionado às barreiras criadas por causa da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), com US$ 14 bilhões em perdas comerciais representando um dado conservador.

Entre os desafios está a retomada da participação de mercado que a Austrália acabou abocanhando. Ele disse que a Austrália está aumentando seus esforços para manter o crescimento que apresentou durante a ausência da carne bovina dos Estados Unidos. As campanhas de marketing australianas, por exemplo, enfatizaram a falta relativa de capacidades de rastreabilidade nos Estados Unidos.

Haggard disse que acredita que a falta de capacidade de rastreabilidade nos Estados Unidos tem sido um fator de influência nas restrições aos acessos e aceitação dos consumidores, especialmente na China e em Hong Kong, apesar de dizer que a rastreabilidade não tem sido um fator de impedimento nos acordos comerciais de carne bovina. A rastreabilidade não significa prevenção de EEB, disse ele, mas o ponto é que os países estão dizendo "Você teve um caso de EEB, você tem rastreabilidade?".

"Em Hong Kong e China, essa será uma área onde teremos que nos engajar para aumentar nosso acesso", disse Haggard.

A reportagem é do MeatingPlace.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"

[01/07/2010]

Argentina reduz o número de animais confinados


A falta de animais já está sendo sentida nos estabelecimentos de engorda da Argentina, onde a ocupação está em 60% da capacidade, contra 82% do ano passado.

O mês de junho é um dos de mais alta atividade nos estabelecimentos de engorda argentinos, porque o frio reduz a produção de alimento nos campos e os produtores optam por vender seus bezerros ou usar o serviço dos confinamentos.

Porém, a redução do rebanho da Argentina, da ordem de 10%, segundo os últimos dados publicados pelo Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa), é o primeiro fator da baixa na ocupação, que caiu em mais de 27% com relação ao ano anterior. Um segundo motivo da desocupação dos estabelecimentos de engorda é o aumento do preço dos bezerros que os confinamentos adquirem para engordar. Há um ano, os valores do gado tinham disparado e obter capital de trabalho era mais fácil. Porém, comprar um bezerro custa hoje mais que o dobro que há 12 meses, segundo cotações publicadas no Mercado de Liniers, onde a média atual está em 7,4 pesos (US$ 1,87) por quilo do animal.

Em paralelo, em abril, o Governo argentino retirou o sistema de compensações que vinha pagando ao setor de confinamento desde o começo de 2007, porque entendeu que os aumentos do preço de venda do gado gordo tornavam o negócio rentável.

O presidente da Câmara Argentina de Engordadores de Gado Bovino (Caehv, sigla em espanhol), Juan Carlos Eiras, concorda com isso. No entanto, o problema, segundo ele, são os subsídios que o Governo está devendo, com um atraso médio de dez meses. Nos três anos de vigência das compensações a esse setor, a Oficina Nacional de Controle Comercial Agropecuário (ONCCA) pagou aos confinadores 1,653 bilhões de pesos (US$ 419,82 milhões).

Sem subsídios, é inevitável que o negócio seja menos atrativo para os engordadores, porque o gasto em alimento fica completamente em suas mãos até o animal estar terminado e pronto para ser colocado no mercado.

Apesar dessa situação, a Caehv analisa que não houve uma saída massiva de empresas do negócio, mas sim, que a quantidade de empresas registradas como estabelecimentos de engorda - que rondam os 1.500 no país - se manteve no ano. Desse total, aproximadamente 900 receberam compensações alguma vez. Essas e outras que jamais chegaram a receber os pagamentos se mantêm no negócio esperando os pagamentos dos subsídios atrasados.

Em paralelo, as chuvas que vêm melhorando a situação das terras em várias regiões fazem com que os produtores tenham conseguido manter mais gado em suas fazendas, fornecendo seu próprio alimento sem ter que recorrer ao confinamento.

Contudo, antecipam que a queda da quantidade de cabeças totais e da ocupação dos estabelecimentos de engorda se transferirá ainda mais às gôndolas. Segundo a Câmara da Indústria de Carne da Argentina, a menor disponibilidade de gado que aumentou os preços da carne desde dezembro reduziu o consumo por habitante em 20% no primeiro quadrimestre de 2010.

Em 30/06/10:
1 Peso Argentino = US$ 0,25398
3,93004 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)


A reportagem é do El Enfiteuta, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[24/06/2010]

EUA:cresce número de animais confinados


O número de bovinos em estabelecimentos de engorda com capacidade de 1.000 cabeças ou mais nos Estados Unidos totalizou 10,5 milhões de cabeças em 1 de junho ou seja, 1% a mais que em 1 de junho de 2009, de acordo com o Serviço Nacional de Estatísticas Agrícolas (NASS, da sigla em inglês) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês). As colocações em estabelecimentos de engorda durante o mês de maio totalizaram 2,02 milhão, 23% a mais que em 2009.

"O recente aumento nas colocações implica no aumento da disponibilidade de gado no final do ano", de acordo com o CME Group. "Para o momento, entretanto, as ofertas de gado gordo pronto para o mercado permanece escassa".

O especialista em extensão e comercialização de bovinos da Universidade do Estado de Oklahoma, Derrell Peel, concorda. Em uma análise do relatório do USDA, ele disse que o aumento nas colocações de gado em estabelecimentos de engorda veio depois de meses de redução nos estoques nesses estabelecimentos. "Após dois meses de grandes colocações, provavelmente veremos menos colocações até que os animais que estavam a pasto no verão estejam disponíveis no outono".

Peel previu uma contínua pressão sazonal nos preços do gado gordo até o Dia do Trabalho (primeiro de setembro nos Estados Unidos) com uma recuperação esperada no quarto trimestre do ano, adicionando que o quanto os preços cairão dependerá da demanda. A demanda por carne bovina caiu bastante no mês passado, disse ele, mas parece estar estabilizando.

O USDA reportou que as comercializações de gado gordo durante maio totalizaram 1,87 milhão, 4% a menos do que em maio de 2009 e o menor nível para o mês de maio desde que a série começou a ser registrada em 1996.

A reportagem é do MeatingPlace.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[16/06/2010]

Exportações de couros crescem quase 80% até maio


As exportações brasileiras de couros somaram US$ 714 milhões no acumulado dos cinco meses deste ano, registrando um aumento de 79% em relação ao período de janeiro a maio de 2009. O cálculo é do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior.

"O valor exportado em maio, de US$ 158 milhões, demonstra um crescimento menor das vendas externas de couros, de 1% abaixo do registrado no mês de abril, o que significa que os exportadores estão enfrentando dificuldades para qualquer novo reajuste de preços" avalia o presidente do CICB, Wolfgang Goerlich.

Em sua opinião, o mercado internacional, principalmente nos tipos de couros que concorrem diretamente com o produto nacional, entrou em uma nova fase de baixa. A retração é explicada pela ocorrência de novos problemas financeiros internacionais, desta vez com foco na crise da União Europeia, confirmando que a futura evolução e conseqüências nos principais mercados consumidores são imprevisíveis.

"Dessa forma, caso não ocorram mudanças na exportação quantitativa e já considerando uma acomodação de preços, estimamos embarques mensais entre US$ 140 milhões e US$ 150 milhões até o final deste ano", analisa o executivo.

Segundo o presidente do CICB, tal desempenho resultaria numa exportação total em 2010 ao redor de US$ 1,75 bilhão, valor 51% superior ao do ano passado, quando o Brasil exportou US$ 1,16 bi, mas ainda 7% abaixo das exportações de US$ 1,88 bilhão em 2008.

Outras medidas também podem estimular a reação da indústria curtidora, a exemplo da criação de linhas de crédito para suprir o capital de giro das empresas, política em que o governo pode prestar contribuição determinante.

Na análise de Wolfgang Goerlich, a estratégia fundamental neste processo de recuperação seria a criação de linhas de créditos para capital de giro pelo Banco do Brasil e BNDES, a adequação de prazos e encargos de ACC (Adiantamento sobre Contrato de Câmbio), e a reedição do Revitaliza, além de agilização nos ressarcimentos de créditos de exportação e autorização da compensação automática de créditos fiscais.

As informações são do CICB, resumidas e adaptadas pela Equipe Beefpoint.


Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[14/06/2010]

EUA: Economia pode prejudicar demanda por carne



A instabilidade econômica dos Estados Unidos poderá ser prejudicial para os produtores de carne bovina. A melhora nos preços do gado restaurou os lucros dos produtores de carne nessa primavera após pelo menos dois anos de perdas. Se esses altos preços continuarem, prejudicarão bastante a demanda, disseram economistas, e os sinais recentes não são muito encorajadores.

O crescimento nos empregos no mês passado foi menor do que o esperado e o desemprego nos Estados Unidos, de 9,7%, permanece próximo ao nível mais alto dos últimos 27 anos. Já se esperava que o consumo de carne bovina do país nesse ano caísse para um nível próximo do mais baixo dos últimos 60 anos e a lenta economia está aumentando as dúvidas sobre a disponibilidade dos consumidores de pagarem mais caro pela carne bovina, ao invés de comprarem carne de frango, que é mais barata, disseram analistas.

"A história consistente até agora é de demanda mais fraca do que o esperado", disse o professor assistente de produção animal e comercialização de carnes da Universidade do Estado de Kansas, Glynn Tonsor. "Em curto prazo, não prevejo notável reversão dessa tendência multi-anual".

No mês passado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em seu relatório mensal de Oferta e Demanda, cortou sua projeção para o consumo de carne bovina dos Estados Unidos em 2010 para 26,89 quilos por pessoa com relação à estimativa anterior, de 27,07 quilos. Esse dado revisado é 3,1% menor do que o de 2009 e deverá ser o menor consumo per capita desde 1952, de acordo com dados do USDA.

Dentre as principais carnes, a demanda de carne bovina é a mais sensível às tendências de emprego e renda familiar, disse Tonsor. "A atual fraqueza na demanda por carne bovina está, em grande parte, relacionada às menores rendas dos consumidores". Com muitos norte-americanos ainda desempregados, haverá menos renda disponível para compra de carne bovina.

Dados recentes confirmam essas previsões do USDA. Durante as quatro semanas que terminaram em 25 de abril, as vendas de carne bovina no varejo dos Estados Unidos totalizaram 144 mil toneladas, 2,3% a menos que no mesmo período de 2009, de acordo com a FreshLook Marketing Group. Em termos de valor, as vendas aumentaram em 0,1%, para US$ 1,18 bilhão. Em comparação, as vendas de carne de frango durante o período aumentaram em 2% em volume e em 1,3% em valor.

Os preços atacadistas da carne bovina aumentaram para valores próximos aos mais altos dos últimos dois anos em maio à medida que o pico da demanda no verão se aproxima. "Todos estavam esperando que as vendas de carne bovina no Memorial Day indicariam as vendas no resto do verão", disseram os analistas Steve Meyer e Len Steiner. Embora as vendas antes do Memorial Day tenham sido boas, como era esperado, os analistas disseram que "o que vem desapontando é a continuação do negócio. Parece para nós que, uma vez que as atrações do Memorial Day acabarem, os varejistas voltarão aos itens mais baratos de carne".

"A recessão pode ter acabado no papel, mas muitas pessoas continuam lutando com suas dívidas e menores valores de propriedades", disseram Meyer e Steiner. "Do lado da demanda, as coisas não parecem estar tão boas como alguns esperavam".

Embora os preços futuros tenham caído com relação aos picos atingidos em abril e maio, mais declínios nos preços podem ser limitados por causa da redução no estoque de animais. O número de bovinos confinados no começo de maio caiu para o mais baixo dos últimos seis anos.

A reportagem é da Drovers, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[29/05/2010]

Rússia suspende compra de carne bovina de 8 frigoríficos brasileiros


São Paulo - A Rússia suspendeu temporariamente as importações de carne bovina de oito unidades frigoríficas do Brasil, sendo três pertencentes à JBS Friboi e três da Marfrig Alimentos. A informação foi publicada nesta quinta-feira, 27, no site do Serviço Federal Veterinário e Fitossanitário da Rússia na internet e confirmada pelo Ministério da Agricultura do Brasil, que recebeu nesta quarta notificação das autoridades russas.

De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, a Rússia não aponta problemas sanitários para a restrição, mas diz apenas que os frigoríficos não estão completamente adequados às exigências impostas por aquele país para importação de carne bovina, sem especificar quais são elas.

Ainda segundo a assessoria do ministério, o comunicado do governo russo informa que, das 29 unidades visitadas durante a última missão ao País, oito tiveram as compras suspensas.

As unidades da JBS que integram a lista estão localizadas em Andradina (SP), Maringá (PR) e Pedra Preta (MT). Já as unidades da Marfrig estão em Capão do Leão (RS), Paranatinga (MT) e Promissão (SP). Também foram interrompidas as importações dos frigoríficos Rodopa, em Santa Fé do Sul (SP), e do Riosulense, em Rio do Sul (SC).

O diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne Bovina (Abiec), Otávio Cançado, reclamou da falta de clareza da Rússia na interrupção das compras de alguns frigoríficos brasileiros. "Essa falta de transparência nos remete imediatamente a uma medida protecionista sem embasamento sanitário técnico", disse.

Fonte: "Diário do Sudoeste - Sudoeste Agropecuário."

Segundo Manoel Lustosa Martins Neto:
"É Importante que o governo brasileiro procure saber qual é o real motivo dessa suspensão!
Ao mesmo tempo, busque mercados alternativos ajudando dessa maneira o setor; ja bastante sacrificado.
Finalizo."




[31/05/2010]

Japão chega a 200º caso de aftosa


O surto sem precedentes de febre aftosa no Japão chegou a seu 200º caso nessa semana (em 24 de maio), todos confinados na Província de Miyazaki (localizada na região de Kyushu, sul do Japão).

À medida que veterinários e funcionários locais trabalham para conter a doença, a indústria de carne bovina do Japão está monitorando de perto os destinos dos 49 touros Wagyu bem valorizados que o Ministério da Agricultura japonês tem aconselhado a Província de Miyazaki a abater.

Miyazaki é conhecida por seus touros Wagyu de qualidade premium, distribuindo sêmen cuidadosamente processado, touros de alta performance para outras regiões produtoras de gado no Japão. O Governo concluiu que os touros precisam ser abatidos, após a descoberta de febre aftosa no centro de melhoramento pecuário onde estavam os animais.

Enquanto isso, não tem sido percebido um impacto no consumo de carne bovina ou na oferta no mercado japonês por causa do surto de aftosa. O período do final de maio até o final de junho é tradicionalmente de menor consumo. Isso tem sido acentuado nesse ano por causa dos menores gastos dos consumidores derivados da crise econômica. Apesar disso, o comércio vem monitorando as tendências de consumo, com alguns antecipando um potencial impacto nas atitudes dos consumidores se a doença continuar se disseminando.

A reportagem é do Meat and Livestock Australia (MLA), traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


28/05/2010]

País livre de aftosa com vacinação é a meta do Mapa



"Vamos ampliar a parceria com a Bolívia e o Paraguai na região de fronteira para alcançarmos a meta de País livre de febre aftosa com vacinação, até o fim deste ano. Além disso, vamos desenvolver ações na fronteira com a Venezuela". A declaração é do secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Francisco Jardim, que considera a erradicação da doença, em todo o País, uma das prioridades para 2010.

O secretário participou, nesta quinta-feira (27), da abertura da 2ª Conferencia Nacional sobre Defesa Agropecuária, em Belo Horizonte/MG. No encontro, Jardim disse, ainda, que o trabalho da Secretaria de Defesa Agropecuária é transmitir segurança à população. "É necessário descentralizarmos processos e investirmos no profissional que está na ponta. Para isso, vamos incrementar as capacitações", enfatizou.

A 2ª Conferencia Nacional sobre Defesa Agropecuária segue até o próximo sábado (29). Na ocasião, serão debatidos temas como saúde animal, sanidade vegetal, controle de resíduos e contaminantes, agrotóxicos e a inserção do Brasil no mercado internacional. A expectativa é que 1,5 mil pessoas participem das palestras durante o evento.

Parceria Mapa/CNPq

Até o final de 2011, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai investir R$ 105,5 milhões em projetos de defesa agropecuária pelo programa Mais Ciência, Mais Tecnologia. A iniciativa, iniciada há dois anos em parceria Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNPq), é focada na estruturação de redes de pesquisa, desenvolvimento de estudos científicos e na capacitação de técnicos em áreas como inspeção animal e vegetal, explica o diretor da Área Vegetal do Mapa, José Guilherme Leal.

Leal destacou o treinamento de 60 fiscais federais agropecuários para realização de auditorias; a adoção de um sistema informatizado para apoio ao Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose (PNCEBT) e a criação de centros colaboradores de pesquisa na área de sementes. "Temos 374 projetos incluídos no programa, que beneficiarão o agronegócio brasileiro, ao gerar tecnologias para o desenvolvimento das ações voltadas à sanidade agropecuária", enfatiza Leal.

A meta do programa, conclui o diretor do Mapa, é incluir as demandas de defesa agropecuária na agenda da comunidade acadêmica e fortalecer o vínculo desses profissionais com os serviços oficiais de sanidade animal e vegetal.

As informações são do Mapa, resumidas e adaptadas pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[10/05/2010]

Agronegócio divide opiniões entre Serra e Dilma


Os dois principais pré-candidatos à Presidência, José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), cumpriram nos últimos dias uma intensa agenda no mundo do agronegócio. Procuraram mostrar intimidade com o setor e apresentar propostas capazes de atender às demandas dos produtores. Essa não é, porém, uma tarefa fácil para os dois - nem para qualquer outro candidato.

Ao contrário do que parece à primeira vista, existem expectativas bem distintas neste setor, que responde por cerca de um quarto do Produto Interno Bruto e garante, há alguns anos, que a balança comercial feche no azul. A insegurança jurídica no campo, que envolve questões relacionadas a leis ambientais e trabalhistas e até mesmo a propriedade da terra, é um tema muito presente nos encontros com agricultores e pecuaristas das regiões Sudeste e Sul do País. No meio dos produtores do Centro-Oeste e das regiões de fronteira agrícola, ao Norte do País, porém, o foco principal das conversas continua sendo a falta de logística, que encarece custos e reduz a competitividade brasileira no exterior.

Isso faz com que o tucano e a petista, que visitaram há pouco as principais feiras agropecuárias do País, a Agrishow em Ribeirão Preto (SP) e a Expozebu em Uberaba (MG), sejam avaliados de maneira distinta, de acordo com a região do País. Em São Paulo, o produtor de café e pecuarista Luiz Hafers, ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira, considerou positiva a atuação de Serra em relação ao agronegócio, durante o governo estadual, por três razões, listadas por ele nessa ordem: "Cumpriu com rigor a lei no caso de invasões de terras, fez estradas vicinais e se declara contrário à política de valorização do real que afeta a competitividade do agronegócio exportador".

Já nas áreas de fronteira agrícola do Centro-Oeste, onde os produtores enfrentam problemas maiores de infraestrutura e o endividamento é alto, verifica-se maior receptividade à política atual do governo federal. Quem capitaliza isso é a candidata indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi ministra de Minas e Energia e é apresentada como a mãe do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "Dilma entende de logística", afirma Eraí Maggi Scheffer, de Rondonópolis (MT), um dos maiores produtores de grãos do País. Na opinião de agricultores da região, boa parte das obras de infraestrutura que começaram a andar no Centro-Oeste têm a mão da pré candidata.

No Sul e Sudeste, regiões mais bem servidas em termos de infraestrutura e com menores custos de logística, ouve-se com maior frequência comentários de preocupação em relação ao passado da ex-ministra, quando era ligada à esquerda radical. "Dilma preocupa mais, embora o atual governo tenha ajudado a agricultura familiar", afirma o produtor Ricardo Ghirghi, que cultiva 1,6 mil hectares no interior de São Paulo e 1 mil hectares com soja no Piauí. A preocupação do produtor diz respeito às invasões do MST e à questão ambiental. Na opinião de Hafers, ambientalistas que são mais contrários ao capitalismo do que a favor do meio ambiente encontram maior receptividade na pré candidata.

Isso explica o fato de Dilma estar realizando, desde antes de ser oficialmente apresentada como pré-candidata, verdadeira peregrinação pelas regiões onde a agricultura e pecuária estão consolidadas. Em junho do ano passado, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou em Londrina, região tradicional de grãos do norte do Paraná, o plano de safra 2009/2010, a melhor parte do pacote, que era o aumento no volume de crédito, não foi anunciada nem pelo presidente Lula nem pelo ministro da Agricultura Reinhold Stephanes.

Rogério Baggio, que tem 5 mil hectares em Paranavaí (PR) ocupados com soja, milho, laranja, pecuária e cana-de-açúcar, diz que cada pré candidato tem de mostrar seu plano. Para ele, o mais importante é a redução de tributos: "Quero saber qual imposto eles vão diminuir".

O presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Marcos Sawaya Jank, observa que, nos últimos 20 anos, houve uma mudança radical nas principais reivindicações do agronegócio. "Antes tudo se resumia a crédito, preço mínimo e política de intervenção do governo", lembra. Hoje, o maior problema seria a insegurança jurídica, segundo a análise de Jank.

Uma das principais preocupações do setor envolve o Código Florestal - especialmente a questão das reservas florestais que devem ser obrigatoriamente mantidas nas propriedades, sob pena de multas aplicadas diariamente. "A interpretação retroativa que vem sendo dada à reserva legal tem o potencial de comprometer 3,7 milhões de hectares de terras férteis cultivadas há mais de um século no território paulista, representando perdas de receita de R$ 5,6 bilhões ao ano e aumentos exponenciais nos custos de produção e no preço da terra", diz Jank. Segundo o presidente da Unica, Serra tem dito que vai resolver esse problema em seis meses e Dilma ainda não se posicionou sobre a questão.

A matéria é de Márcia De Chiara, publicada no jornal O Estado de São Paulo, adaptada pela Equipe AgriPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[07/05/2010]

Plano Agrícola e Pecuário pode destinar até R$ 120 bi


O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, disse nesta quarta, dia 5, que o Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011, a ser lançado em junho, pode ter até R$ 120 bilhões para apoiar os agricultores brasileiros. Segundo ele, somente para a agricultura empresarial devem ser destinados cerca de R$ 100 bilhões. "Os recursos totais devem ficar entre R$ 115 bilhões e R$ 120 bilhões. Vai depender de quanto será destinado à agricultura familiar", afirmou Rossi.

Na safra 2009/2010, o governo disponibilizou R$ 108 bilhões aos produtores rurais, sendo R$ 93 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 15 bilhões para a familiar. Do total, cerca de R$ 65 bilhões foram liberados entre julho e março deste ano, faltando 3 meses para o fim da safra, de acordo com dados do Ministério da Agricultura divulgados nessa terça, dia 4.

Em entrevista no mês passado, Rossi disse que o próximo plano agrícola trará mais linhas de crédito destinadas ao médio produtor, além da ampliação do limite de renda para fins de enquadramento nos programas de financiamento. Na safra 2009/2010, apenas R$ 5 bilhões se destinam a esse grupo, por meio do Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger Rural). No ciclo anterior, foram R$ 2,9 bilhões.

As informações são da Agência Brasil, resumidas e adaptadas pela Equipe AgriPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[02/02/2010]

EUA: oferta de bovinos deve continuar declinando


Durante 2010, as ofertas de bovinos nos Estados Unidos deverão declinar mais 1% a 1,5%, informou o diretor executivo da Cattle-Fax, Randy Blach, na Convenção da Indústria Pecuária 2010 em San Antonio, Texas, no dia 29 de janeiro. A demanda por carne bovina no país deverá continuar impactada pela economia fraca e grande desemprego, disse ele.

Entretanto, 2010 "deverá ser um ano melhor para a indústria de carne bovina", disse ele, com as exportações devendo aumentar e os abates totais de gado gordo devendo cair. "A demanda continua sendo o maior desafio da indústria de carne bovina em 2010. Apesar da situação da oferta indicar alta de preços, a demanda precisa se estabilizar para que os preços fiquem significantemente maiores".

Os abates totais de gado gordo deverão cair em 2% em 2010 e os abates totais de vacas deverão declinar em quase 9%. Os pesos médios das carcaças deverão aumentar levemente e a produção de carne bovina deverá cair em 2,8%. As ofertas per capita líquidas de carne bovina deverão cair em 4% devido ao aumento inesperado nas exportações de carne bovina e menor produção.

As exportações de carne bovina em 2010 deverão aumentar em cerca de 8% com relação a 2009. As exportações de carne bovina dos Estados Unidos deverão aumentar esse ano para a Coreia do Sul e, em menor extensão, ao Japão e ao Vietnã.

A produção de milho dos Estados Unidos deverá declinar, à medida que a oferta de milho do país foi estimada em um recorde de 14,83 bilhões de bushels para o ano comercial de 2009/10. As ofertas de soja do país deverão aumentar em 10% comparado com o ano anterior - o segundo maior nível registrado, enquanto a área plantada de soja deverá ser de quase 79 milhões de acres.

Os preços futuros spot do milho deverão ficar em média em US$ 3,75 por bushel em 2010, quase o mesmo nível de 2009. A combinação de maiores colheitas de soja e milho, bem como um forte declínio na área plantada de milho, tem reduzido a necessidade de uma batalha por área nessa primavera.

A reportagem é do MeatPoultry.com, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"


[05/01/2010]

Milho deve ter preços mais altos em 2010


Na avaliação de Leonardo Sologuren, da consultoria Céleres, os produtores de milho iniciam 2010 com perspectivas de preços melhores. Esse cenário positivo se deve aos estoques menores e às perspectivas de aumento nas exportações.

As exportações de milho em 2009 ficaram abaixo das expectativas iniciais e somaram 7,8 milhões de toneladas, segundo dados divulgados ontem pela Secex. Já as deste ano, devido a uma exportação menor dos Estados Unidos, podem atingir 8,5 milhões de toneladas, segundo Sologuren.

Mas, se as exportações estavam em ritmo lento em 2009, elas se recuperaram no final, somando 3,2 milhões de toneladas no último trimestre. Em 2009, as receitas ficaram em US$1,28 bilhão, um pouco abaixo do US$1,32 bilhão de 2008, conforme a Secex.

Os preços internos do milho devem ter uma recuperação e os produtores nacionais estão apostando muito na safrinha. Além disso, o Brasil deverá substituir os EUA em alguns mercados devido à menor produção com os problemas climáticos no final de colheita por lá.

A matéria é de Mauro Zafalon, publicada na Folha de S. Paulo, resumida e adaptada pela Equipe AgriPoint.

Fonte: "www.beefpoint.com.br"





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