-- SUCESSO --
O sucesso repetido do Charolês das Tunas tem levado os criadores de gado aacreditar na genética e na sua rentabilidade comprovada.
-- A CLASSIFICAÇÃO --
O Charolês das Tunas e seu sucesso foi forjado pelo seu crescimento, performance e capacidade para satisfazer os diversos critérios de classificação de peso no mercado.
-- CARCAÇAS DE QUALIDADE --
O Charolês das Tunas tem produzido sistematicamente carcaças de melhor qualidade, a preço reduzido.
Exportação de gado vivo: o Brasil segue a tendência do mercado mundial
Recentemente o Sr. Luiz Bittencourt, Presidente do Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), escreveu e publicou o artigo "Exportação de gado em pé trafega na contramão da tendência mundial de agregação de valor", que li e fiquei extremamente admirado por sua coragem em publicar o que publicou, até porque o fez em veículos especializados. Talvez as afirmativas impressionem o leitor leigo, entretanto, quando o leitor, apesar de leigo, sabe matemática e possui um mínimo de conhecimento, a coisa muda de figura.

[28/11/2008]
O mundo mudou. E as perspectivas do mercado?

charolesMiguel da Rocha Cavalcanti
Engenheiro Agrônomo pela Esalq/USP, pecuarista e Diretor de Marketing da AgriPoint

Em outubro publiquei o artigo "Mercado mundial da carne bovina - perspectivas para o Brasil", onde fiz uma revisão das principais tendências que influenciam o mercado do boi e da carne, no Brasil. Muitas cartas comentando, analisando e criticando o artigo foram enviadas, enriquecendo o conteúdo do artigo, melhorando o debate. Obrigado pela participação. Em palestras sobre o tema, muita gente também me pergunta sobre o impacto da crise mundial no Brasil.

A crise ainda não está definida, não se sabe sua extensão. Ainda estamos no "olho do furacão", ou tentando ler o rótulo de uma garrafa, estando dentro dela. O que podemos analisar até o momento a respeito de como será o mercado do boi da carne nesse final de ano e em 2009?

Oferta no curto prazo

A oferta de gado gordo para abate continua muito restrita. Os abates dos últimos 12 meses (Nov/07 a out/08) estão 11% abaixo em relação aos 12 meses anteriores (Nov/06 a out/07). Nos últimos 3 meses, a diferença é ainda maior, 13%. A perspectiva é que nos próximos meses a oferta seja ainda menor.

Esse ano, os confinadores da pesquisa Top 50 BeefPoint de Confinamentos reportaram ter comprado garrotes mais caros, de pior qualidade e a uma distância maior. Ou seja, esgotaram ainda mais os estoques de animais, que não sendo terminados na entressafra, seriam engordados e abatidos nessa safra que agora se inicia. Em resumo, haverá menos gado para abate nos próximos meses do que no mesmo período do ano passado.

Oferta no longo prazo

Os altos custos de produção e diminuição do crédito para grandes projetos pecuários também devem diminuir a velocidade com que a produção de bezerros se recupera. Muita gente tem perguntado: quanto tempo irá demorar para a produção voltar a crescer, e derrubar novamente os preços? Essa dúvida é correta, visto a corrida pelo aumento da produção de cana-de-açúcar, após os preços recordes de 2006. Em pouco tempo, a produção aumentou mais rápido que a demanda, diminuindo os preços.

Com esse cenário de custos mais altos, apenas os mais eficientes, produtivos, conseguirão lucratividade. Com isso, menos gente deve investir pesado. Antes de investir será preciso se profissionalizar. O preço pode cair por outros fatores (como menor demanda mundial), mas continua sendo improvável a ocorrência de uma avalanche de oferta nos próximos anos.

Alguns grandes projetos pecuários, que captavam recursos no mercado financeiro para aumentar sua escala e volume de produção, agora também sofrem com a escassez de crédito, e têm menor possibilidade de saltos no volume produzido. Isso também reduzirá, pelo menos no curto prazo, aumentos significativos na oferta.

Exportações no curto prazo

As exportações devem se manter nos atuais níveis, com possibilidade de queda nos volumes. A queda na cotação do preço do petróleo, quase 1/3 do pico desse ano, e cerca de 40% mais barato do que há um ano, diminui a capacidade de compra dos principais parceiros comerciais do Brasil, em carne bovina.

A solução, nesse ponto, é aumentar o acesso brasileiro, inclusive a mercados que o Brasil já atuou no passado recente, como União Européia (que compra pequenos volumes hoje) e Chile que já foi um dos maiores parceiros brasileiros, e que tem dificultado enormemente o acesso do produto brasileiro.

Por outro lado, a valorização do dólar aumenta em muito o poder de compra dos frigoríficos brasileiros. Ao se avaliar a relação de troca (carne exportada X arrobas de boi), percebe-se que a situação, graças ao dólar, melhorou enormemente nos últimos meses. De outubro/07 a setembro/08, cada tonelada de carne comprava em média 79@ de boi gordo. Em outubro/08, o poder de compra da carne exportada saltou para 105@.

Margem dos frigoríficos

A margem dos frigoríficos continua apertada, mesmo com a melhora na relação de troca (venda de carne, no mercado interno e externo e compra de boi gordo). O grande problema é que o baixo volume de abate, que traz como conseqüência uma menor diluição dos custos fixos. Quando uma planta opera com capacidade máxima, gasta menos por animal abatido, podendo até ter uma menor margem entre a venda da carne e a compra do boi.

A grande expansão das empresas frigoríficas nos últimos anos aumentou esse problema. Há estimativas de capacidade atual de abate do parque industrial brasileiro na casa dos 68 milhões de cabeça ao ano, para um abate em torno de 40-45 milhões de cabeças/ano.

Esse cenário atual dos frigoríficos não descarta no médio prazo novas aquisições ou fusões, ou problemas de pagamento em frigoríficos menos capitalizados.

Escassez de crédito

Os últimos anos foram caracterizados pela abundância de crédito no mundo. Até meados de setembro desse ano, era fácil, rápido e barato conseguir linhas de crédito para exportação, para expansões, para aquisições. Ouvi de um pecuarista que captava no mercado financeiro: "Negócio bom não acaba nunca, mas o dinheiro acaba. Agora, o dinheiro não acaba, com isso consigo comprar muito bem, sempre". Desde então, o mundo mudou. O que antes era uma operação corriqueira, se tornou difícil e demorada. O crédito aos poucos volta, mas não aos níveis pré-setembro. Isso tem afetado principalmente os frigoríficos, um setor com uma grande necessidade de crédito.

Efeitos da crise no Brasil

A princípio, a crise será mais amena no Brasil do que em países europeus e nos EUA. Mas nosso país não passará imune. As vendas de automóveis e imóveis caíram e devem continuar em baixa nos próximos meses.

O desaquecimento de setores importantes da economia leva um efeito cascata. Se todos apertam os cintos, há menos vendas em todos os setores, mesmo os que não seriam impactados inicialmente. As vendas de alimentos, no mercado interno, devem ser pouco afetadas, em menor escala que as vendas de bens de maior valor, e que dependem de financiamento.

Um fator positivo é que o mundo está atuando cada vez mais fortemente para conter a crise, impedir uma recessão em maior escala. Os EUA já injetaram mais de US$ 1,5 trilhão, buscando manter o consumo.

A China, que é uma das economias mais centralizadas e influenciadas pelo estado, também já tomou uma série de iniciativas para impulsionar sua economia e fortalecer seu mercado interno. O lado positivo é que a China tem enormes reservas, podendo se dar ao luxo de investir mais.

O Brasil segue relativamente blindado. Como disse um colunista do jornal Folha de São Paulo: "os amortecedores brasileiros contra a crise funcionaram e estão intactos: reservas, contas públicas, inflação ruim mas não descabelada e contas externas sem deterioração adicional".

Em resumo: o mundo vai crescer menos em 2008 e 2009, mas segue em crescimento, se recuperando a partir de 2010. Em 2009, que será pior que 2008, mesmo os países desenvolvidos terão (algum) crescimento.

Gráfico 1. Crescimento da economia mundial
charoles
Emergentes, hoje e no longo prazo

Num cenário de mais longo prazo, continuam válidas as projeções de que as economias emergentes irão sustentar o crescimento mundial e é de lá que virá o grande crescimento do consumo mundial. Um estudo publicado em Novembro pela revista inglesa The Economist sobre o mercado de carros em países emergentes é instigador. As vendas de carros nos países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) ultrapassa a venda de carros nos EUA.

Até 2020, a frota de veículos mundial vai crescer enormemente, em especial devido às vendas em países em crescimento. É um dado que deve preocupar os ambientalistas e acelerar o aquecimento global, mas não podemos deixar de fazer um paralelo entre o consumo de carne e venda de carros.

Milhões de pessoas, que graças ao aumento de renda começam a comprar carros. São os mesmos milhões, que antes tinham uma dieta vegetariana forçada e agora começam a provar os sabores e qualidades de uma dieta com carnes e lácteos.

Gráfico 2. Venda de carros (EUA x BRIC)
charoles


Gráfico 3. Vendas de carros de baixo custo no mundo (US$ 3.100 a US$ 7.800)
charoles
O que os pessimistas dizem

Há gente esperando preços mais baixos para o boi gordo no primeiro semestre de 2009. A justificativa seria uma queda na demanda, especialmente internacional, maior do que a oferta (que está enxuta e deve continuar assim). Se isso ocorrer mesmo, o que considero pouco provável, vai atrasar ainda mais a recuperação da produção brasileira, prolongando o problema de baixa oferta e alta ociosidade dos frigoríficos.

Olhando no longo prazo

A Nestlé anunciou há poucas semanas que irá comprar duas empresas entre 2008 e 2009. A explicação: o momento é ruim, mas no médio longo prazo o cenário é muito positivo. Vamos ficar por aqui por muitos anos, disse o presidente da empresa.

"Perguntaram-me o que eu achava da recessão. Pensei a respeito e decidi que não participaria dela", Sam Walton, fundador do WalMart, maior rede varejista do mundo.

O que fazer diante da incerteza

Há duas opções, diante do cenário atual. A primeira é colocar o pé no freio, esperar para ver o que acontece, esperar por mais segurança, e só daí investir. Como o ciclo de produção é longo, e os resultados demoram para aparecer, esse tempo perdido agora pode custar caro lá na frente.

A segunda opção é investir agora, com um aguçado foco em intensificação. Entenda intensificação como aumentar/otimizar o resultado por cada recurso investido. O lucro virá da extrema capacidade de produzir com eficiência e custo competitivo e na habilidade em implantar tecnologias que aumentam a produção, de forma economicamente viável.

O lucro pode vir também de preços mais altos, graças a baixa oferta, mas apostar suas fichas apenas nisso, é arriscado. Mesmo com todo o cenário de demanda mundial crescente e com o Brasil estando numa posição de destaque para aumento de produção, com custo competitivo.

Um setor que está carente de investimentos, e de produção de alta qualidade, e com volume, é a cria. Faltam bezerros de alta qualidade, em quantidade, e deverá faltar ainda mais.

"O melhor temperamento para um bom investidor é ser ganancioso quando os outros estão assustados, e ficar assustado quando os outros são gananciosos", Warren Buffet, investidor de 78 anos, homem mais rico do mundo, fortuna pessoal de US$ 62 bilhões.

E você, o que vai fazer?

-- [09/12/2008] --

Após prejuízo, Sadia reduz exposição cambial

A Sadia reduziu sua exposição cambial em US$ 300 milhões na última semana. Agora, a empresa tem em aberto US$ 678 milhões, o equivalente a menos de três meses de suas exportações. A Sadia fez operações financeiras atreladas ao dólar para se proteger contra o fortalecimento do real. Com a alta súbita do dólar, a Sadia teve prejuízo de R$ 640 milhões e tinha posição exposta de US$ 2,3 bilhões, em setembro.


Mercado físico, BM&F e atacado fecham semana em alta

 André Camargo
Zootecnista formado pela FZEA - USP e analista de mercado do BeefPoint

Diferente do que vinha acontecendo nas últimas semanas, quando os frigoríficos estavam pressionando o mercado - devido ao maior volume de animais confinados que estavam sendo enviados ao abate - e as cotações recuando, nesta semana o mercado virou e os negócios travaram. Assim quem precisou comprar boi teve que pagar mais pela arroba e o mercado do boi gordo teve uma semana de alta.

[09/12/2008]
Austrália: produção de carne atinge recorde em outubro
A produção de carne bovina e de vitelo da Austrália atingiu o recorde durante o mês de outubro, aumentando em 8% com relação ao mesmo mês de 2007, para 213.862 toneladas e ultrapassando o recorde mensal anterior, registrado em novembro de 2006 (210.626 toneladas), de acordo com dados do Australian Bureau of Statistics.

 

[06/11/2008]
Raça Crioula Lageana é reconhecida oficialmente pelo Mapa

Os bovinos da raça Crioula Lageana e sua variedade Mocha foram reconhecidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), nessa segunda-feira (3), com a publicação da Portaria 1.048/2008. A partir de agora, os criadores poderão participar de feiras e exposições e fazer melhoramento genético nos rebanhos.
A portaria também concedeu à Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Crioula Lageana (ABCCL), com sede no município de Lages/SC, autorização para efetuar o registro genealógico dos animais da raça.
O departamento de Sistemas de Produção e Sustentabilidade, da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC/Mapa), será o responsável pelo acompanhamento e fiscalização das ações realizadas pela associação.
As informações são do Mapa.

[26/11/2008]
Os EUA de Obama e a agenda agrícola

André M. Nassar
Diretor Geral do Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais (Icone)

                    Diversos países do mundo estão se perguntando que mudanças a eleição norte-americana trará nas suas relações com os Estados Unidos. No caso específico do Brasil, pela simples razão de que os EUA são nossos maiores competidores em agricultura, existe um especial interesse na futura agenda agrícola que o novo presidente e o novo Congresso poderão pôr em marcha.
     A agenda agrícola norte-americana que interessa ao Brasil passa por três temas centrais:
     As políticas orientadas para os produtores de grãos e oleaginosas, sobretudo as voltadas para a garantia de renda e preço, que tanto distorceram o mercado mundial nos produtos de que o Brasil é também exportador.
     A política energética, sobretudo que decisões a nova administração tomará na legislação norte-americana de mistura de etanol na gasolina, e sua predisposição em contar, ou não, com importações, visando a suplementar uma eventual crescente demanda doméstica. Neste tópico, há interfaces também com as questões ambientais, sobretudo no que diz respeito ao papel dos EUA na mitigação das mudanças climáticas.
     A política comercial, não somente porque um acordo na Rodada Doha ainda está pendente e continua dependente dos EUA, mas também porque existem negociações bilaterais que poderiam voltar à baila.
     A agenda agrícola Brasil-EUA começou a ganhar corpo somente a partir de 2002, quando o Brasil iniciou o contencioso do algodão na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra os subsídios norte-americanos. Em razão da estrutura da política daquele país, os subsídios crescem em momento de preços baixos, justamente para compensar a perda de renda do produtor. Foi a partir desse contencioso que Brasil e EUA passaram a se sentar em lados opostos nas negociações da Rodada Doha quando o assunto era subsídio - o Brasil buscando tirar espaço de manobra dos EUA e os EUA procurando garantir que a rodada não levasse a uma reforma nas suas políticas.
     Não vejo, nesse tema, nenhuma mudança estrutural com a nova administração norte-americana. A razão básica é que as políticas para a agricultura dos EUA são definidas a cada cinco anos numa Lei Agrícola votada e elaborada pelo Congresso. O Executivo, embora possa influenciar os debates, tem apenas o papel de implementar as políticas. A atual Lei Agrícola dos EUA é recém-saída do forno e vai até 2012. Vale lembrar que o Congresso americano derrubou o veto do presidente George W. Bush à lei vigente. A nova administração pode, quando muito, influenciar as negociações para a próxima lei.
     Isso não significa, no entanto, que Barack Obama não terá de trabalhar muito na questão da política agrícola. Ao contrário. Com a redução dos preços mundiais das commodities agrícolas, haverá, certamente, pressões do setor produtivo por mais subsídios. Isso ocorreu no mandato de Bill Clinton, quando os preços começaram a cair a partir de 1998 e o presidente cedeu às pressões do setor agrícola, aumentando os subsídios e indo além dos valores autorizados pela Lei Agrícola de 1996. O exemplo de Clinton é uma prova contundente de que a orientação do presidente não importa muito quando se fala em políticas para o setor agrícola dos EUA. Não acredito que a administração Obama venha a ser uma exceção à regra.
     As estratégias de política na área de energia são também um tema de grande importância para o Brasil. Existe consenso no País de que a expansão da produção de etanol depende do mercado internacional. Embora a expansão a que assistimos nos últimos cinco anos tenha sido estimulada, sobretudo, pela expansão da demanda doméstica de etanol com o crescimento da frota de carros flexfuel, o setor sabe que o mercado doméstico tem suas limitações. Hoje, o etanol é responsável por mais de 45% do consumo de combustível dos carros a gasolina. Não há dúvida de que essa participação deverá subir ainda mais à medida que os carros flexíveis se tornarem a maioria da frota. O mercado interno, no entanto, é pequeno perto do potencial produtivo do setor, além do fato de que o crescimento do consumo de etanol se deve dar de forma balanceada com o consumo de gasolina. O mercado norte-americano é, de longe, o mais promissor em termos de consumo e, portanto, de exportações para o Brasil. Os EUA consomem mais de 550 bilhões de litros de gasolina por ano e 10% desse mercado é quase três vezes mais do que a produção brasileira de etanol.
     Embora o tom das relações entre Brasil e EUA tenha sempre sido de cordialidade e cooperação na questão dos biocombustíveis, o fundamental para o nosso país seria que o novo governo norte-americano aceitasse a idéia de complementar o mercado doméstico com etanol brasileiro. George W. Bush não viabilizou essa idéia, até porque o mercado dos EUA, do tamanho que foi em seu mandato, ainda podia ser atendido com o etanol de milho americano.
     Analisando os discursos de Obama, sou tomado por visões antagônicas. De um lado, o novo presidente defende fortemente a questão da segurança energética. Isso me dá a entender que etanol importado não faz parte de suas prioridades. De outro, Obama defende a idéia de que os EUA devem liderar os esforços para mitigar as mudanças climáticas, o que passa, necessariamente, por tornar a matriz energética dos EUA mais limpa e verde. O etanol brasileiro, sem dúvida, ajudaria nesse processo.
     A história das relações Brasil-EUA no tema agrícola indica que somos, acima de tudo, competidores. E assim continuaremos no tema dos subsídios. O etanol, no entanto, pode ser uma exceção à regra. Não será no começo do mandato, mas tem boas chances de ser no final.

[25/09/2008]
Kátia Abreu deve assumir presidencia da CNA
Apoiada por federações estaduais que devem confirmar voto em 12 de dezembro, ficou decidido nesta terça-feira, para evitar maior disputa, que a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) deve assumir comando da Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) e se tornar a primeira presidente da história da principal organização do setor

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